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Simpósio Internacional Pensar e Repensar a América Latina - 1/5

O Primeiro Simpósio Internacional “Pensar e Repensar a América Latina”, organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina (PROLAM/USP), foi realizado em novembro de 2014, na Universidade de São Paulo, e teve dentre seus objetivos a comemoração dos 25 anos do Programa e oferecer uma contribuição para o conhecimento das pesquisas e dos pesquisadores, que se dedicavam ao estudo da América Latina. O Primeiro Simpósio foi composto por treze Seminários de Pesquisa e quatro Palestras de pesquisadores reconhecidos nacional e internacionalmente, reunindo mais de 500 pessoas, de mais de 70 universidades nacionais e estrangeiras . A fim de contribuir ao contínuo pensar e repensar a América Latina, tal como produzir mais um espaço de discussão e reflexão sobre a região, que organizamos o Segundo Simpósio Internacional “Pensar e Repensar a América Latina”, a ser realizado entre os dias 17 e 21 de outubro de 2016. O segundo Simpósio Internacional “Pensar e Repensar a América Latina” tem como objetivos: difundir conhecimento integrado sobre a região latinoamericana sob as distintas perspectivas (política, econômica, social, cultural e dos direitos); reunir estudantes e pesquisadores de excelência acadêmica, nacionais e internacionais, versando sobre temas da região; fortalecer laços acadêmicos, políticos, sociais e culturais entre a rede de pesquisadores latinoamericanistas do Brasil e dos demais pesquisadores da região latinoamericana; e consolidar a presença institucional das Universidades brasileiras na região. O segundo Simpósio Internacional “Pensar e Repensar a América Latina” procurará contribuir para a produção do conhecimento sobre a região e articular pesquisadores que estudam os processos de integração da América Latina sob as dimensões política, econômica, social e cultural, tal como demais interessados, a fim de possibilitar também uma reflexão e uma compreensão mais ampla e crítica sobre os processos políticos, econômicos, sociais e culturais da região. Para tornar isto possível, o evento terá um caráter internacional, procurando reunir pesquisadores e convidados das Ciências Humanas e Sociais da América Latina, seja como palestrantes ou como participantes, que contribuirão para o contínuo pensar e repensar a América Latina. O segundo Simpósio contará com vinte e quatro Seminários de Pesquisa, que serão Coordenados por Professores Doutores, em que serão apresentados trabalhos de pesquisadores e estudantes de Graduação e Pós-Graduação, que abordem temáticas sobre a América Latina; Minicursos, ministrados por Pesquisadores Mestres e Doutores, com temáticas latinoamericanas; Palestras, com pesquisadores reconhecidos nacional e internacionalmente; e Mesas Redondas, em que estarão reunidos grandes pesquisadores, especialistas nas temáticas propostas. Dado a dimensão dos 27 anos do Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina (PROLAM/USP) será dada prioridade para pesquisadores e trabalhos que priorizem a metodologia interdisciplinar e/ou comparativa utilizada pelo programa.

Colóquios do IFSC - Novos desafios do LHC, muito além da descoberta do Higgs

O ano de 2012 entra na história como um marco importante para a área de física de partículas devido à descoberta da partícula conhecida como o Bóson de Higgs, peça importante do quebra cabeças para compreender as características fundamentais da matéria dentro do que chamamos de Modelo Padrão. Mas os testes do Modelo Padrão e as possibilidades do LHC vão muito além desta importante descoberta. Agora, em 2015, o LHC retorna suas operações após uma pausa para manutenção e upgrade de seus sistemas e detectores. Este período também foi importante para avançar e concluir diversas análises dos dados coletados nos primeiros anos de operação e ter melhor previsão do que esperar e procurar neste início de operações. Em particular, um dos grandes desafios a serem abordados é o estudo do comportamento da matéria nuclear em condições extremas de temperatura e densidade. Além das colisões próton-prótons, em colisões muito mais violentas, de núcleos de Chumbo com núcleos de Chumbo, esquentamos o vácuo da QCD e recriamos um estado da matéria em condições extremas, similares às condições do universo primordial logo após o Big-Bang. Este estado, conhecido como Quark-Gluon Plasma, teria graus de liberdade partônicos, portanto, permite um estudo direto das interações fundamentais existentes entre os elementos primordiais da matéria e da teoria que descreve estas interações. Portanto, o estudo das características do QGP e da evolução deste estado até a formação da matéria nuclear ordinária permite testar e tentar compreender as características globais de nosso universo atual. Três dos quatro experimentos do LHC medem colisões de Chumbo-Chumbo no LHC, sendo que dentre estes, o experimento ALICE é dedicado ao estudo destas colisões. O ALICE tem participação brasileira, com pesquisadores da USP e da UNICAMP, com contribuições em diversas análises de física e também com desenvolvimento de tecnologia em instrumentação e computação. Portanto, o LHC é não somente um dos maiores experimentos de física já construído mas também um grande propulsor de novas tecnologias.