Estudo utiliza reprogramação celular para tratamento de Anemia Aplástica
Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e norte-americanos dos National Institutes of Health, em Bethesda, Maryland, deram mais um passo para a busca de um tratamento alternativo à anemia aplástica. Doença caracterizada pela produção em quantidade insuficiente de glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas na medula óssea, gerando anemia, sangramento e infecções nos pacientes.
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