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Vice-diretor do CeMEAI é reconhecido internacionalmente pela ICIAM

O professor José Mario Martínez Perez, do IMECC/Unicamp e vice-diretor do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) foi assim anunciado como vencedor do prêmio Su Buchin do Conselho Internacional de Matemática Industrial e Aplicada (ICIAM): “... é concedido por realizações notáveis em pesquisa - uma combinação de teoria, prática, software e aplicativos para resolver problemas de otimização em larga escala - e na promoção do desenvolvimento das comunidades de otimização e matemática aplicada na América Latina”. Tal reconhecimento é concedido a cada quatro anos a matemáticos com atuação destacada na educação, na pesquisa e na promoção do desenvolvimento de países em desenvolvimento. A cerimônia de entrega ocorrerá em agosto de 2023, em Tóquio, durante o Congresso do ICIAM. É a primeira vez que um matemático da América Latina é agraciado. O trabalho de Martínez Perez foi fundamental no crescimento da pesquisa em matemática aplicada na América Latina. Ele orientou mais de 30 alunos de mestrado e mais de 30 doutorados, mantendo conexões ao longo do tempo e promovendo colaborações que fortalecem o desenvolvimento de grupos de pesquisa em cada um desses países. Para justificar a escolha por seu nome, o comitê do ICIAM também escreveu: “... suas contribuições representam avanços notáveis para resolver problemas de otimização em larga escala por meio de algoritmos e software publicados, juntamente com um profundo envolvimento em uma ampla gama de aplicações. ” Conversamos com o vencedor do prêmio e também repercutimos essa importante conquista para a comunidade científica brasileira com o presidente Pablo Rodriguez, da Sociedade Brasileira de Matemática (SBMAC), entidade que fez a indicação, e com a officer-at-large no ICIAM, a brasileira Liliane Basso Barichello, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

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Cursos USP - História das Relações Internacionais - Aula 6 - 1618-1713: A Crise do Século XVII: A Paz de Westfália - Parte 5

O professor Peter Demant, do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo, fala sobre a Guerra dos trinta anos, a terceira rodada das guerras de religião. Ela foi praticamente uma guerra mundial: todas as grandes potências da Europa estavam envolvidas. Foi a mais sangrenta das guerras de religião, e atingiu principalmente a região da Alemanha. O conflito termina com a primeira paz Pan Europeia, a Paz de Westfália, após a exaustão de ambos os lados. A Guerra de trinta anos foi dividida em 4 partes: Boêmica, Dinamarquesa, Sueca, Francesa. A guerra entre as potências protestantes e os Habsburgos católicos tem uma virada quando a França, Católica, decide se aliar aos protestantes contra os Habsburgos, por questões geopolíticas. O combate se mantém e nenhum dos lados se mostra capaz de dominar o outro exército. A forma de acabar com a guerra é o acordo de paz na Europa, a Paz de Westfália. Esse acordo de paz molda as Relações Internacionais na Europa por mais de um século. A desintegração da região onde atualmente fica a Alemanha. Antes da guerra dos trinta anos, essa região tinha cerca de 21 milhões de habitantes. Depois, esse número caiu para 13 milhões de habitantes. O professor fala também sobre o surgimento das novas potências europeias. Algumas potências momentâneas também surgem nesse período.