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Conferência USP de Nanotecnologia 2011_part004

A Universidade de São Paulo está promovendo a partir de 2011, um ciclo anual de Conferências USP, cobrindo dez diferentes áreas do conhecimento, consideradas estratégicas para a sociedade e para o desenvolvimento científico e tecnológico do país. Uma dessas áreas compreende as Nanociências e a Nanotecnologia, que além de estarem na fronteira do conhecimento, são portadoras do futuro pela capacidade de revolucionar todos os setores da sociedade moderna, incluindo os meios de produção de bens, produtos e serviços. De fato, a possibilidade de manipulação controlada da matéria na escala manométrica (tipicamente de 1 a 100 nm) está permitindo gerar novos materiais com propriedades e aplicações inigualáveis, sem paralelo com os materiais micro ou macroscópicos. Assim, produtos mais leves, mais resistentes química, mecânica e termicamente, com novas funcionalidades, além de uma ampla variedade de dispositivos funcionais, já estão invadindo o mercado. O país precisa estar preparado para se inserir nesse novo contexto. Assim, o Ciclo de Conferências USP em Nanotecnologia e Nanociências está sendo programado para os dias 06 e 07 de dezembro próximos, (terça e quarta-feira), no auditório do Edifício Mário Covas, na Cidade Universitária. Nesse evento, serão discutidos temas científico/acadêmicos de fronteira na área de Nanociência e Nanotecnologia, bem como o papel da Universidade e das empresas no desenvolvimento de produtos nanotecnológicos. Conferências serão proferidas por mais de uma dezena de convidados internacionalmente reconhecidos nas respectivas áreas, além de convidados de empresas. Sua organização está sendo realizada pelo Núcleo de Apoio à Nanotecnologia e Nanociências da USP, em parceria com a Agência USP de Inovação.

Desafios para Educação Básica no Brasil - Prof. Norberto Callegari

Os indicadores sobre a educação no país são desalentadores e as perspectivas de mudanças significativas, no curto prazo, não são boas. Muito embora tenhamos assegurado a matricula no ensino fundamental para mais de 98% da demanda potencial infelizmente a qualidade é preocupante. O conhecido chavão melhoria da qualidade da educação demanda um posicionamento que mude nossa cultura de culpar o governo, exclusivamente, pela situação. Ou fazemos um pacto social pela qualidade da educação com o envolvimento e a efetiva participação de todos – Governo (todos os segmentos), e Sociedade – ou vamos ter que aguardar muito tempo para que a transformação aconteça. É importante lembrar que, em termos de educação, o mandato de um governante (4 ou 5 anos) é pequeno em comparação com os dezessete anos de duração da educação básica. A proposta mais simples de valorização dos profissionais, mediante aumento salarial, não encontra o retorno esperado, pois em alguns municípios com valores de salários muito maiores que a média não ocorre a melhoria equivalente nos indicadores. Por outro lado o investimento na formação continuada dos profissionais tem, embora pontualmente, mostrado resultados significativos. O grande desafio a enfrentar é conseguirmos desenvolver um sistema de avaliação efetivo, devendo este incluir todos os segmentos: O Sistema de ensino – escolas, dirigentes, recursos pedagógicos Os atores – Alunos, Professores e também os responsáveis Os produtos – quais os alunos estão ingressando no ensino superior e quais os profissionais de nível técnico estão entrando no mercado de trabalho. A partir de uma avaliação conseqüente, com reconhecimento dos valores poderemos elaborar propostas concretas para atingir os objetivos. Mais informações: http://iearp.blogspot.com.br/2011/11/desafios-para-educacao-basica-no-brasil.html