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Dinossauros do Brasil: 170 milhões de anos de evolução

Os mais antigos esqueletos de dinossauros são conhecidos de rochas brasileiras com 233 milhões de anos de idade. Naquele tempo, um supercontinente agrupava todas as terras emersas hoje conhecidas e apenas dois oceanos banhavam suas praias. Mamíferos e flores ainda não existiam e nem qualquer vertebrado havia aprendido a voar. 170 milhões de anos mais tarde, após impactos de asteroides gigantes e vulcanismos que perduraram por milhões de anos, seis continentes rodeados por cinco oceanos estavam repletos com milhares de espécies de dinossauros. Eles disputavam os ares com répteis gigantes, devoravam pequenos mamíferos, se especializavam na captura de insetos que se multiplicavam em parceria com as plantas com flores. Com tamanhos que variavam desde o de uma pequena rolinha ao de causar espanto à baleia-azul, desafiaram as leis da física e da biologia. Chamada de era dos dinossauros, a Era Mesozoica foi o mais intenso momento para a geologia e biologia em toda a história da Terra. No Brasil as rochas de boa parte desse intervalo, bem como o trabalho de diversos paleontólogos, já nos deram cerca de 50 espécies de dinossauros, protagonistas de histórias que estamos começando aprender a explorar. Viva os dinossauros do Brasil. Biólogo, paleontólogo, escritor, professor do Instituto de Geociências da USP, tem cerca de 15 livros de divulgação científica publicados sobre a pré-história brasileira, em especial sobre a vida dos dinossauros. Em 2018 foi vencedor do prêmio Jabuti de literatura infanto-juvenil com o livro O Brasil dos Dinossauros. Luiz Eduardo Anelli oferece formação sobre dinossauros e a pré-história do Brasil para professoras e professores do ensino fundamental e médio. Foi curador da exposição Dinos na Oca – Parque Ibirapuera -, e é o atual curador da exposição Patagotitan – o maior do mundo, que estreia em setembro no Parque do Ibirapuera, São Paulo. Anelli é o atual diretor da Estação Ciência da USP.

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IX Ciclo de Atualização em Zoonoses e Saúde Pública

O Departamento de Epidemiologia da FSP/USP em parceria com a Subgerência de vigilância, prevenção e controle da fauna sinantrópica e Subgerência de gestão de pessoas e educação do Centro de Controle de Zoonoses da PMSPSP, tendo apoio da Comissão de Cultura e Extensão Universitária da Faculdade de Saúde Pública/USP, realizará o IX Ciclo de Atualização em Zoonoses e Saúde Pública, com os seguintes temas: Epidemiologia das arboviroses: Dengue e Chikungunya - 9h às 10h e 15min Dra. Vivian Ailt Cardoso - Médica - Subgerência de Doenças Transmitidas por Vetores e Outras Zoonoses - Coordenação de Vigilância em Saúde – COVISA/SMS/SP. No Brasil, o vírus da dengue voltou a estar presente desde a década de 80, com ocorrência de epidemias cada vez maiores, com grande impacto econômico e social, assim como nos serviços de saúde. Em 2014, ocorreu a introdução do vírus da Chikungunya, que além das epidemias de casos agudos, apresenta quadros crônicos com alta morbidade e redução da qualidade de vida. Epidemiologia das arboviroses: Zika, Oropouche e Mayaro. - 10h e 30min às 12h Dra. Ana Freitas Ribeiro - Médica Sanitarista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo/SP. A palestra abordará os aspectos epidemiológico das doenças no Brasil, a partir de dados epidemiológicos e artigos publicados sobre os temas. Também será discutido a associação do Zika com as Síndrome Congênita, bem como os desafios para o controle dessas doenças no Brasil.