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COLÓQUIO - IFUSP: All laser-driven MeV Compton x-ray source

In this Colloquium, Prof. Banerjee will discuss our recent work on the development of an all-laser-driven, tunable x-ray source based on inverse Compton scattering. This source produces highly collimated beams of high-energy x-rays that span the energy range 10 keV to 20 MeV. Unlike conventional bremsstrahlung the x-rays have low energy spread and a bandwidth as low as 10% has been reported. This breakthrough device uses two high-power laser pulses obtained from the PW-class Diocles laser system. One pulse accelerates electrons to high-energy by the process of laser-wakefield acceleration and the second pulse scatters off the electron beam to produce x-rays. High-brightness is achieved on account of the fact that the electron and laser pulse are both micron size and femtosecond duration and can be made to interact optimally in the counterpropagating configuration. The system can operate in a repetitive mode with photon output of 108 photons s-1. The peak brightness approaches 1021 photons mm-2 mrad-2 s-1 (0.1% bandwidth) and this is three orders of magnitude higher than for conventional Compton sources. We have used this source to demonstrate a number of proof-of-concept applications such as radiography through dense shielded structures, photonuclear activation, and diffractive imaging using single photon spectroscopy. In addition the scattering process can be used to infer the characteristics of high-energy electron beams and has been used to measure the intrinsic emittance in a regime where the electron beam is strongly influenced by space-charge induced forces. More recently we demonstrated for the first time, high-order multiphoton scattering by the use of laser intensity approaching 1021 W cm-2, and our experimental results indicate that >500th order harmonic is produced in the interaction of free electrons with intense laser light.

Aula Aberta: "Outubro Rosa e Novembro Azul - Rastreamentos de câncer, sobrediagnóstico e sobretratamento".

Aula Aberta: "Outubro Rosa e Novembro Azul - Rastreamentos de câncer, sobrediagnóstico e sobretratamento". Data: no dia 16/11/2017 das 14 às 17h. A Coordenação da disciplina HSM0122 - Evidências e inovação em saúde, realizará a Aula Aberta: "Outubro Rosa e Novembro Azul - Rastreamentos de câncer, sobrediagnóstico e sobretratamento". O objetivo é refletir criticamente sobre se e como a ampliação da cobertura tem reduzido (ou não) a incidência e a mortalidade pelos cânceres de próstata, mama e colo. Sabemos que existem aspectos controversos, e a ideia é reunir elementos para entender os limites e alcances dos diferentes rastreamentos como políticas públicas, os problemas do sobrediagnósticoe do sobretratamento como temas de pesquisa e ação de Saúde Pública, e alternativas ao enfrentamento destes agravos. Programação: Introdução: porque uma aula aberta sobre Outubro Rosa e Novembro Azul - Rastreamentos de câncer, sobrediagnóstico e sobretratamentos Max Moura (FSP) "Tendências de incidência, rastreamento e mortalidade dos cânceres de mama, colo e próstata" Luiz Pracchia (PMSP) "Políticas municipais de rastreamento, seus limites e alcances" . Rodrigo Olmos (HU-USP) "Sobrediagnóstico, sobretratamento e as iniciativas Choosing Wisely e Slow Medicine" Debate com o público Local: FSP/USP - Av. Dr. Arnaldo, 715 - Anfiteatro João Yunes - Cerqueira Cesar - Capital, SP. Coordenação: Profa. Dra. Carmen Simone Grillo Diniz - Departamento de Saúde e Ciclos de Vida da FSP/USP.

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I Seminário Internacional Histórias da Fotografia 01/09 manhã

I Seminário Internacional Histórias da Fotografia 30 de agosto a 1 de setembro de 2017 Coordenação: Profa. Dra. Helouise Costa (docente MAC USP) e Profa. Dra. Erika Zerwes (Pós-Doutoranda MAC USP) Mulheres fotógrafas, Mulheres fotografadas Fotografia e gênero na América Latina Este seminário busca reunir acadêmicos que têm se debruçado sobre os estudos de gênero e suas relações de poder que sustentam o circuito profissional e artístico da fotografia, com o objetivo de contribuir para o aprofundamento desta reflexão na produção e/ou recepção de imagens fotográficas. Participantes Andrea Cuarterolo (UBA - Buenos Aires), Ana Maria Mauad (UFF - Niterói - Rio de Janeiro), Carolina Amaral de Aguiar (ECA USP - São Paulo), Deborah Dorotinsky (UNAM - Cidade do México), Eduardo Costa (IFCH UNICAMP - Campinas - São Paulo), Erika Zerwes (MAC USP - São Paulo), Gonzalo Leiva (PUC Santiago do Chile), Helouise Costa (MAC USP - São Paulo), Lilia Moritz Schwarcz (FFLCH USP - São Paulo), Luana Saturnino Tvardovskas (IFCH UNICAMP - Campinas - São Paulo), Paola Cortés-Rocca (U. Nacional Tres de Febrero - Buenos Aires), Tadeu Chiarelli (ECA USP - São Paulo) Vagas: 100 Taxa: R$50,00 (alunos USP são isentos) Inscrições por email – cursosmac@usp.br – ou presencialmente na Secretaria Acadêmica do Museu, à Rua da Praça do Relógio, 160-A, Cidade Universitária. Informações: (11) 3091.3559 Museu de Arte Contemporânea da USP Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301 - Ibirapuera **** Informações e programação: Os estudos de gênero têm o potencial de ampliar sobremaneira o conhecimento sobre as relações de poder que sustentam o circuito profissional e artístico da fotografia. Não se trata de simplesmente revelar fotógrafas desconhecidas ou aspectos curiosos de suas biografias, mas questionar os motivos que levaram esse segmento da sociedade a ter uma menor visibilidade nas narrativas hegemônicas da história da fotografia. Hoje sabemos que as mulheres tiveram participação ativa na produção e no mercado fotográfico desde o século 19, embora o seu papel raramente tenha obtido o devido reconhecimento. Na América Latina não foi diferente. Tanto a atuação feminina neste campo, quanto o olhar da fotografia sobre a mulher, são temas que começaram a ganhar maior acolhida como objetos acadêmicos, somente na última década e, mesmo assim, apenas em alguns países. No Brasil, estudos dessa natureza ainda são raros. Este seminário busca reunir acadêmicos que têm se debruçado sobre estes temas, com o objetivo de contribuir para o aprofundamento da reflexão sobre a questão de gênero na produção e/ou recepção de imagens fotográficas. As poucas pesquisas existentes apontam que na América Latina, de modo semelhante ao que ocorreu em alguns países da Europa e nos Estados Unidos, a presença da mulher na fotografia em seus primórdios esteve vinculada prioritariamente às atividades manuais características dos bastidores dos empreendimentos familiares e/ou dos estúdios comerciais. As mulheres, cujo acesso era vetado nas academias de arte, buscavam frequentemente dedicar-se a outras alternativas de atividades ligadas à ação criativa. No campo da fotografia, elas eram valorizadas, prioritariamente, por uma suposta habilidade manual inerente, que as tornavam bem cotadas para os trabalhos de laboratório, assim como para o retoque e colorização de cópias. As mulheres que conseguiram se estabelecer como fotógrafas por conta própria, seja no campo do fotoclubismo, seja como proprietárias de estúdios comerciais, podem ser consideradas exceções. No período entre-guerras, no entanto, essa situação começa a se modificar. Dada a ampliação do mercado e o desenvolvimento da técnica, a fotografia se transforma numa opção concreta para muitas mulheres que buscam autonomia, precisam sobreviver em situações adversas ou desejam lutar por alguma causa. O período da Segunda Guerra Mundial abre novas possibilidades de atuação para as mulheres no campo da fotografia com a necessidade de substituição da mão de obra masculina mobilizada pelo conflito. É nesse momento que despontam mulheres fotógrafas imigrantes que se fixam na América Latina, trazendo importantes contribuições. Já nas décadas de 1960 e 1970 surgem oportunidades mais efetivas de profissionalização para as mulheres e daí por diante a inserção feminina no campo da fotografia só tendeu a se ampliar alcançando também o terreno da arte. Se esse breve panorama é elucidativo das linhas gerais de um processo de longa duração, é, ao mesmo tempo, genérico e lacunar. Desse modo, interessa a este seminário criar espaço para avaliações comparativas e para a discussão das metodologias de pesquisa empregadas pelos diversos participantes. As discussões interdisciplinares aqui sugeridas pretendem fazer avançar as reflexões propostas durante os três dias do evento, contando com a contribuição de convidados, entre os quais pesquisadores já estabelecidos e jovens pesquisadores recém-egressos da pós-graduação, além de autores selecionados a partir de chamada pública. Não se trata de reunir apenas especialistas nos estudos de gênero, mas de abrir espaço para uma reflexão interdisciplinar, em que os participantes serão desafiados a introduzir a problemática de gênero em suas reflexões acerca dos fenômenos artísticos e das representações. A realização deste seminário num museu público universitário, ligado ao Programa de Pós-Graduação Interunidades em Estética e História da Arte, busca criar um espaço de diálogo acadêmico e troca de conhecimentos aberto a todos os interessados. Comunicações 26/7/2017 - Resultado das comunicações O prazo final para o envio de comunicações foi PRORROGADO até 17 de Julho. Veja as instruções aqui. Particpantes Andrea Cuarterolo (UBA - Buenos Aires) Ana Maria Mauad (UFF - Niterói - Rio de Janeiro) Carolina Amaral de Aguiar (ECA USP - São Paulo) Deborah Dorotinsky (UNAM - Cidade do México) Eduardo Costa (IFCH UNICAMP - Campinas - São Paulo) Erika Zerwes (MAC USP - São Paulo) Gonzalo Leiva (PUC Santiago do Chile) Helouise Costa (MAC USP - São Paulo) Lilia Moritz Schwarcz (FFLCH USP - São Paulo) Luana Saturnino Tvardovskas (IFCH UNICAMP - Campinas - São Paulo) Paola Cortés-Rocca (U. Nacional Tres de Febrero - Buenos Aires) Tadeu Chiarelli (ECA USP - São Paulo) Programação: Baixe o programa para impressão aqui. 30/8 - Quarta-feira 9h - Credenciamento 9h30 - Abertura 10h/12h - MESA 1: A fotografia como ofício Esta mesa trata da noção de gênero na fotografia, tanto do ponto de vista da representação da mulher, quanto da presença feminina no mercado da produção de imagens fotográficas no Brasil e no Chile, entre meados do século 19 e as primeiras décadas do século 20. Participantes: Lilia Moritz Schwarcz (FFLCH USP); Gonzalo Leiva (PUC Chile); Helouise Costa (MAC USP). 12h/13h30 - Intervalo 13h30/15h30 - MESA 2: Aproximações entre cultura visual e cultura política Esta mesa aborda a produção de mulheres fotógrafas em meados do século 20, cujo trabalho documental – seja na reportagem, seja no retrato de estúdio – permite-nos tecer aproximações entre cultura visual e cultura política no período marcado pelas grandes guerras mundiais. Participantes: Ana Maria Mauad (UFF); Erika Zerwes (MAC USP); Deborah Dorotinsky (UNAM) 15h30/16h - Intervalo 16h/17h30 - Sessão de comunicações 1 31/8 - Quinta-feira 10h/12h - MESA 3: Perspectivas de gênero Esta mesa busca discutir a fotografia produzida por mulheres, e/ou que representam mulheres, no Brasil e na Argentina, a partir da tradição crítica da história da arte, bem como de leituras constituídas por chaves conceituais do pensamento feminista. Participantes: Paola Cortés-Rocca (U. Nacional Tres de Febrero); Tadeu Chiarelli (ECA USP); Luana Saturnino Tvardovskas (IFCH UNICAMP) 12h/13h30 - Intervalo 13h30/15h30 - Sessão de Comunicações 2 15h30/16h - Intervalo 16h/17h30 - Sessão de comunicações 3 1/9 - Sexta-feira 10h/12h - MESA 4: Os trânsitos da fotografia e suas diferentes formas de circulação Esta mesa levanta possibilidades de diálogo entre a fotografia e outras formas de produção imagética. Serão analisadas vistas estereoscópicas, filmes e livros, produzidos por realizadoras e fotógrafas mulheres, bem como diferentes representações do feminino que estas formas de circulação propiciam. Participantes: Andrea Cuarterolo (UBA); Carolina Amaral de Aguiar (ECA USP); Eduardo Costa (IFCH UNICAMP) 12h/13h30 - Intervalo 13h30/15h30 - Sessão de comunicações 4 15h30/17h30 - Confraternização