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FMVZ - Ciclo de palestras: Educação em Saúde

Ciclo de palestras Introdução à Políticas Públicas: uma visão para a Extensão Universitária destinado a graduandos, pós-graduandos, profissionais e demais interessados, cujo objetivo é fortalecer a formação dos recursos humanos que vivenciam ações multidisciplinares de extensão universitária junto a prefeituras municipais, como é o caso dos Projetos Bandeira Científica e Rondon® SP, para melhor aproveitar a experiência inter e transdisciplinar nestas oportunidades. As palestras serão realizadas de 26/3 a 28/5, às terças-feiras, das 18h30 às 20h30, no Anfiteatro Altino Antunes da FMVZ - USP. Programa: 26/03 – Palestra I: Responsabilidade Social da Universidade – Luciana Meirelles Saboia – USP 02/04 – Palestra II: Políticas Públicas inovadoras: como identificar e disseminar boas práticas – Fernando Burgos – FGV 09/04 – Palestra III: Vigilância em Saúde: diferentes realidades municipais – Mesa-Redonda 23/04 – Palestra IV: Vigilância da Febre Amarela – Adriano Pinter – Sucen (Superintendência do Controle de Endemias) 30/04 – Palestra V: Vigilância da Leishmaniose 07/05 – Palestra VI: Vigilância da Raiva 14/05 – Palestra VII: Manejo da dinâmica populacional de cães e gatos 21/05 – Palestra VIII: Educação em Saúde – Osleny Viaro 28/05 – Palestra IX: Desafios da Gestão Sustentável das Pequenas Criações Animal ciclo de palestras... ciclo de palestras Introdução à Políticas Públicas: uma visão para a Extensão... Duração: 01:52:53 Ciclo de palestras... Ciclo de palestras Introdução à Políticas Públicas: uma visão para a Extensão... Duração: 02:39:05 FMVZ - Ciclo de palestras... Ciclo de palestras Introdução à Políticas Públicas: uma visão para a Extensão... Duração: 01:48:54 FMVZ: Ciclo de palestras... Ciclo de palestras Introdução à Políticas Públicas: uma visão para a Extensão... Duração: 01:45:19 FMVZ: Ciclo de palestras... Público-alvo: graduandos, pós-graduandos, profissionais e demais... Duração: 01:12:14

XI Ciclo de Atualização em Zoonoses e Saúde Pública - Parte 2

O Departamento de Epidemiologia da FSP/USP, em parceria com o Núcleo de Vigilância, Prevenção e Controle da Fauna Sinantrópica e o Setor de Formação Continuada e Análise de Dados da Divisão de Vigilância de Zoonoses da PMSP/SP, com apoio da Comissão de Cultura e Extensão Universitária da Faculdade de Saúde Pública/USP, realizará no dia 24 de abril de 2019, mais um seminário do XI Ciclo de Atualização em Zoonoses e Saúde Pública. Veja a programação: 9h – 10h15: Epidemiologia da toxoplasmose, com Andréa Aparecida Messa Bassi Ferreira (Médica Veterinária – Núcleo de Vigilância e Controle de Animais Domésticos – NVCAD/DVZ/PMSP, SP). Toxoplasmose é uma doença causada pelo protozoário Toxoplasma gondii que afeta diversas espécies, inclusive o homem, em todo o mundo. Os felídeos são importantes no ciclo da doença por serem os únicos hospedeiros definitivos, capazes de contaminar o ambiente. A palestra tem como objetivo abordar as principais características dessa zoonose. 10h30 – 12h: Panorama atual da esporotricose no município de São Paulo, com Elisabete Aparecida da Silva (Médica Veterinária – Núcleo de Vigilância /DVZ/PMSP). Esporotricose é uma micose causada por fungo Sporothrix sp, presente no solo e em material orgânico de origem animal ou vegetal. Acomete o homem e diferentes espécies animais. A partir da década de 1980 sofre uma mudança no perfil epidemiológico da doença e passa a ser uma importante doença que vem acometendo gatos com transmissão para outros animais e para pessoas. A palestra tem como objetivo atualizar as informações sobre essa zoonose em São Paulo. Local: Anfiteatro João Yunes – Faculdade de Saúde Pública da USP (Av. Dr. Arnaldo, 715 – SP).

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VII ENCONTRO NACIONAL SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E DEFESA CIVIL

VII ENCONTRO NACIONAL PROGRAMA PRELIMINAR * 9.00 às 9.15 – Abertura por RandolphoMarques Lobato, presidente da ABEPPOLAR - Composição da mesa – Hino Nacional; 9.15 às 10.00 - Prof. Dr. PAOLO ALFREDINI – doutorado em Engenharia Civil - Obras Hidráulicas pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo; Livre-Docência em Obras Hidráulicas Fluviais e Marítimas pela EPUSP; Professor Titular da USP e da Escola de Engenharia do Instituto Mauá de Tecnologia e Engenheiro VI do Centro Tecnológico de Hidráulica do Departamento de Águas e Energia Elétrica; Responsável pela Área de Hidráulica Marítima - Engenharia Portuária e Costeira - do Laboratório de Hidráulica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, reconhecido em ingeneriaCivileSezioneIdraulica pela Universitàdegli Studi di Padova, Itália - A quantificação da elevação do nível do mar e de recrudescimento de eventos extremos de ondas na costa brasileira. 10.00 às 10.30 – Eng. Rafael de Oliveira Sakai- Eng.o Civil e Mestrando em Engenharia Civil Geotécnica pela EPUSP: A modelação hidro-geotécnica do deslizamento de encostas na Serra do Mar e obras de mitigação. 10.30 às 10.45 - Café 10.45 ás 11.15 - Eng.MSc Diego Lourenço Cartacho -Eng.o Civil e MSc em Engenharia Civil Hidráulica pela EPUSP: Análise de eventos chuva-maré por efeitos orográficos na Serra do Mar. 11.15 às 11.45 – Bióloga Dr. EmiliaArasaki-MSc em Oceanografia pelo IOUSP e Dra. em Engenharia Civil Hidráulica pela EPUSP: Impacto ambiental da elevação do nível do mar no Litoral Norte do Estado de São Paulo. Perguntas 13.00 às 14.15 – Almoço. TARDE 14.30 às 15.00 – Coronel PM Jair Pacca de Lima – Chefe da Defesa Civil do Município de São Paulo – A Defesa Civil na Cidade de São Paulo. 15.00 às 15.30 -Coronel PM Marco Aurélio – Secretário de Estado Chefe da Casa Militar do Palácio dos Bandeirantes e Coordenador Estadual de Defesa Civil de São Paulo – A Defesa Civil no Estado de São Paulo. Análise e Conclusões Finais – Dr. Antonio Penteado Mendonça – Presidente da Academia Paulista de Letras, sócio de Penteado Mendonça Advocacia e comentarista sobre seguros da “Rádio Estadão” e da “Rede Bandeirantes”. * OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:ESTE PROGRAMA PRELIMINAR ESTÁ SUJEITO A PEQUENAS ALTERAÇÕES E A ACRÉSCIMO DE TÍTULOS DOS PALESTRANTES , A SEU ALTO CRITÉRIO.

Congresso Internacional Luso-Brasileiro 100 Orpheu - 01/06

“Tudo o que eles tocam, levanta voo à nossa frente”. Assim o crítico e filósofo Eduardo Lourenço um dia descreveu o impacto que o grupo modernista português vem exercendo sobre a produção artística e literária da contemporaneidade, desde o seu advento, com a publicação da Revista Orpheu. Defini-lo perentoriamente como “autêntica revolução poética, sem paralelo na história literária portuguesa” foi um acerto visionário, de modo que, às vésperas de seu primeiro centenário, estamos ainda a colher os frutos dessa virada, disseminados para muito além da lusofonia. Procurando celebrar a data, o CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), o LEPEM (Laboratório de Estudos de Poéticas e Ética na Modernidade, da Universidade de São Paulo), e o IECCPMA (Instituto Europeu de Ciências da Cultura Padre Manuel Antunes) irão organizar conjuntamente o Congresso Internacional Luso-Brasileiro 100 Orpheu — que decorrerá, em Portugal, na Fundação Calouste Gulbenkian e no Centro Cultural de Belém (março de 2015) e, no Brasil, na Universidade de São Paulo e na PUC de São Paulo (maio de 2015) — 100 anos depois do lançamento da revista literária. Trata-se, afinal, de, com a colaboração e a presença já confirmada de reconhecidos escritores, professores e investigadores (Arnaldo Saraiva; Eduardo Lourenço; Ellen Sapega; Ettore Finazzi-Agrò; Fernando Cabral Martins; Fernando Guimarães; Fernando Pinto do Amaral; George Monteiro; Gonçalo M. Tavares; Jerónimo Pizarro; José Carlos Seabra Pereira; José-Augusto França; Leyla Perrone-Moisés; Lídia Jorge; Maria Helena Nery Garcez; Mário Cláudio; Miguel Real; Onésimo Teotónio Almeida; Patrick Quillier; Perfecto Cuadrado Fernandéz; Pierre Rivas; Raul Rosado Fernandes; Richard Zenith; Teolinda Gersão; Teresa Rita Lopes; Tolentino de Mendonça; Tom Earle, entre muitos outros), refletir sobre a plêiade de escritores e artistas cuja produção foi marcada profundamente por uma experimentação estética e literária: Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Almada Negreiros, António Ferro, Amadeo de Sousa-Cardoso, Santa-Rita Pintor, Luís de Montalvor, Ronald de Carvalho, Alfredo Pedro Guisado, Armando César Cortes-Rodrigues, Ângelo de Lima, Raul Leal, e todos os que, balizados pelo timbre das obras que estes legaram à posteridade, aprofundaram a descontinuidade moderna, numa cadeia de acontecimentos que ainda hoje persistem na memória coletiva não só luso-brasileira, mas também europeia. Na sequência desse raciocínio, e atendendo à enorme importância e peso institucional deste Congresso, a Comissão Organizadora empreende esforços no sentido de congregar especialistas e críticos renomados de todas as partes do mundo, como também escritores, poetas e artistas que deponham e reflitam sobre o impacto e influência que a geração modernista portuguesa causou e vem causando no campo artístico e, mais especificamente, no estético-literário. Para além disso, considerará ainda, na Comissão de Honra Institucional, com a presença de diversas Instituições portuguesas e brasileiras ligadas à cultura e à arte de modo geral, bem como de Universidades e Centros de Pesquisa cujos representantes e especialistas promovam o mais fecundo debate. Concebendo-se este Congresso Internacional como oportunidade única de intensificar os laços históricos e culturais entre Brasil e Portugal, procurar-se-á, assim — entre conferências plenárias, comunicações, mesas redondas, painéis temáticos, exposições, programas artísticos paralelos de teatro, concertos, passeios literários, etc. —, refletir amplamente sobre um legado comum cuja permanência o próprio Fernando Pessoa, em 1915, prenunciava: «Na mitologia dos antigos, que o meu espírito radicalmente pagão se não cansa nunca de recordar, numa reminiscência constelada, há a história de um rio, de cujo nome apenas me entrelembro, que, a certa altura do seu curso, se sumia na areia”. Aparentemente morto, ele, porém, mais adiante — milhas para além de onde se sumira — surgia outra vez à superfície, e continuava, com aquático escrúpulo, o seu leve caminho para o mar». Será também por aí que o Congresso Internacional Luso-Brasileiro 100 Orpheu permitirá continuar esse “rio” de que Pessoa falava; e tão importante quanto os desígnios substanciais subjacentes à realização do Congresso — a (re)avaliação da Geração de Orpheu, promovendo novas pistas, preenchendo “lugares” de leituras — são os esforços para atingir um “mar”, que, no caso, se consubstancia no profundar da relação entre dois países, entre duas identidades, intimamente unidos pela Língua Portuguesa — a mesma, afinal, que Fernando Pessoa um dia considerou uma das três línguas que permaneceriam no futuro.